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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Adolescente é estuprada e morta em Barão de Grajaú

Uma equipe do Sistema de Segurança Pública do Estado realizou trabalho de investigação, que resultou na identificação de três suspeitos.

Leonilson Nogueira, o “Pindola”, Flávio Silva, o “Cabeludo”, e Francisco Jorge, o “Chico Doido”, foram presos em Barão de Grajaú

Uma adolescente de 16 anos, identificada como Maria Samara da Silva Lima, foi estuprada e violentamente assassinada num matagal próximo à BR-230, no município de Barão de Grajaú.
Uma equipe do Sistema de Segurança Pública do Estado realizou trabalho de investigação, que resultou na identificação de três suspeitos.

A Polícia Civil, com base no trabalho de campo, solicitou à Justiça as prisões temporárias de Leonilson Rodrigues Nogueira, vulgo “Pindola”, Flávio Alves da Silva, vulgo “Cabeludo”, e Francisco Jorge Soares, vulgo “Chico Doido”.
Na manhã de sexta-feira passada, foi deflagrada uma operação da Polícia Civil, coordenada pelo delegado Firmino, e com o apoio de uma guarnição da Polícia Militar de Barão de Grajaú e da
Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Floriano-PI. A ação foi realizada com sucesso: a polícia prendeu os suspeitos e realizou busca e apreensão nas residências de pessoas envolvidas com o crime,sendo apreendidos um carro, uma moto e celulares.

MANDADOS DE PRISÃO
Policiais do 3º BPM, durante uma abordagem de rotina, prenderam Cheilon Costa da Silva, de 27 anos, fato ocorrido na manhã de sábado, em Imperatriz. Segundo os policiais militares, a prisão
se deu na Rua “D”, bairro Santa Rita. Ao realizar levantamentos no sistema sobre foragidos de Justiça, descobriram que haviam três mandados de prisão expedidos pela Justiça em seu desfavor.
Os policiais revelaram que avistaram dois homens em situação suspeita. Ao se aproximarem para fazer a abordagem, Cheilon Costa tentou fugir e acabou preso. Os três mandados de prisão em desfavor de Cheilon são da comarca de Macapá, um deles por homicídio, cuja vítima foi um amigo dele. O nome não foi informado.
Segundo informações dos militares, Cheilon encontrava-se em Imperatriz há dois anos, trabalhando e já tinha constituído família. Ele foi transferido da carceragem da Delegacia Regional
de Polícia Civil para a Unidade Prisional de Ressocialização de Imperatriz – UPRI-I, antiga CCPJ. Antes, passou pelo Instituto Médico Legal (IML), onde realizou exame de corpo de delito.
Fonte: Nelson Melo

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